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Aquele tipo de mulher nervosa e que costuma brigar por tudo pode ter o seu lado bom e oferecer muitos benefícios ao relacionamento.

 

Ao contrário do que muitos pensam, elas carregam qualidades superiores diante das mulheres que sempre estão quietas e evitam qualquer tipo de desentendimento com o seu parceiro.

 

Se sua parceira costuma brigar por coisas bobas, isso significa que ela realmente se importa com você, e esta buscando arrumar algumas coisas que não estão indo bem na relação, tornando tudo mais harmonioso para ambos. Se ela briga constantemente é porque realmente ainda se importa… Enxergando um futuro próspero entre vocês.

 

Tentar equilibrar o relacionamento é algo importante para ela, fazendo com que a relação e o entendimento amoroso de vocês se tornem mais manso e completo. Se você passa a não escuta-la, certamente vai perder uma verdadeira mulher, que está disposta a trazer o melhor para a sua vida a dois.

 

Aquele tipo de mulher que nunca questiona nada, que não discute, não te liga mil vezes, deixa que você saia constantemente sozinho e não reclama de suas atitudes, ela não é a melhor mulher do mundo, ela está demonstrando que não está preocupada com o relacionamento ou simplesmente ela tem outros planos para o futuro, que certamente você não está incluído neles.

 

Homens que estão ao lado de mulheres tão serenas assim precisam ficar atentos, pois isso pode indicar a falta de compromisso que ela carrega. As que lutam pelo relacionamento, mesmo que seja através das discussões e brigas, está demonstrando o quando ela quer segurar a sua relação, e se isso for feito só por ela, um dia podem se cansar, deixando de lado essa batalha que foi inútil para ambos.

 

Se esforce para entendê-la, quem sabe isso fará com que você passe a ver o lado bom do seu relacionamento. Fale o que pense e dê atenção para as atitudes apresentadas por ela, uma boa conversa pode oferecer a segurança que ela tanto deseja receber de seu amor.

 

Mostre o quando você também deseja levar essa relação para frente, e não deixe que ela se sinta impotente diante de um possível relacionamento fracassado.

 

Não considere a sua companheira chata, arrogante, faladeira e briguenta, e sim, uma mulher que está completamente apaixonada, que luta pelo amor do homem que ama.

 

Uma mulher que pouco demonstra seus sentimentos nem sempre vai ser a melhor para se relacionar, as briguentas possivelmente são vistas com as mais confiáveis e sinceras para ter ao lado.


Autoria desconhecida

 

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publicado às 16:17

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Conforme crescemos, é mais fácil deixarmos de lado algumas amizades que cultivamos na escola ou na faculdade, principalmente devido à nova rotina que se estabelece em nossas vidas.

 

Tenho sentido muito isso nos últimos tempos e confesso que por um lado me sinto culpada por não continuar ao lado de muitos que já chamei de amigos.

 

Conversando com uma das poucas pessoas que posso chamar de amiga hoje, nos pegamos com a mesma sensação. Não tínhamos mais vontade de ver muitos daqueles que um dia chamamos de nossos amigos.

 

A princípio não entendíamos muito bem a razão disso, mas depois nos demos conta de que simplesmente aquelas pessoas não tinham mais nada a ver com a gente. Aquelas pessoas simplesmente não combinavam mais com quem nós éramos hoje.

 

Talvez, lá atrás, fizesse sentido sair com elas no fim de semana, marcas jantares, contar sobre a vida, fazer planos de viagens. Hoje, no entanto, isso já não faz mais sentido nenhum.

 

E está tudo bem. Não precisamos de um cardápio de amigos para sermos felizes e não devemos nos sentir culpados por sermos mais seletivos.

 

Amigos são muito importantes, mas o primordial não é a quantidade e sim a qualidade. O que realmente faz deles nossos amigos é se estão ao nosso lado quando precisamos, se sabemos que podemos contar nossas inseguranças e sonhos sem medo de sermos julgados, se temos a certeza de que ali existe uma conexão verdadeira.

 

Hoje, tenho alguns poucos amigos. Provavelmente não consigo preencher duas mãos, mas me sinto plena e satisfeita.

 

Esses poucos que me restam são aqueles que tenho certeza de que levarei comigo pelo resto da vida. São poucos, mas são aqueles que valem muito.

 

Autoria Desconhecida

 

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publicado às 15:31

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Que as pessoas de olhos castanhos são mais confiáveis foi constatado por pesquisadores da Universidade Charles, na República Checa. O estudo foi realizado com o intuito de descobrir o que desperta nosso senso instintivo de confiança, ou de desconfiança, quando se conhece alguém novo.

A questão foi explorada junto a 238 participantes, que por sua vez avaliaram 80 faces desconhecidas. Cada indivíduo relatou as taxas de sua confiabilidade, atratividade e dominação sobre as 80 faces analisadas.

O passo-a-passo da descoberta

Sem nenhuma surpresa, os especialistas verificaram que a atratividade, confiabilidade e dominação são co-relacionados, e que um quase nunca é despertado sem que o outro também o seja. Em geral, essas características predominam em rostos femininos.

O que os estudiosos não esperavam é que aqueles com olhos castanhos fossem os que despertam a confiança de maneira muito mais rápida. Quem possui olhos castanhos é visto como mais confiável que os de olhos verdes, ou azuis. E isso independe de que quem faça a análise seja mulher, ou homem, com olhos castanhos, ou não.

E quando alinharam os números para explicar a atração e o domínio os olhos castanhos também predominaram, com o detalhe de que a preferência era realmente forte nos participantes.

Coçando as cabeças ante o mistério, os pesquisadores usaram um programa de computador para mudar a cor dos olhos dos 80 indivíduos que eram analisados. Pintaram olhos claros de castanhos, e castanhos de azuis ou verdes.

Após a execução de todos os testes outra vez, o resultado continuou o mesmo. Mesmo com os olhos pintados, os sujeitos com olhos castanhos continuaram os mais confiáveis, mais atrativos e mais dominantes. E mesmo com os olhos pintados de castanho, os de olhos azuis, ou verdes, continuaram suspeitos.

Em busca de uma explicação racional para o fato, resolveram avaliar a forma e a estrutura dos rostos. Foi então constatado que aqueles de olhos castanhos têm um conjunto geral de características faciais diferentes daqueles com olhos claros.

Logo, não é o olho castanho em si que desperta a confiança, mas sim, a morfologia do rosto de quem os possui. Predominam queixo e boca mais amplos, sobrancelhas proeminentes e narizes maiores, o contrário de quem possui olhos verdes, ou azuis. E a principal razão pela qual estas características inspiram confiança é pelas expressões faciais que produzem, ainda mais quando a pessoa vive momentos de alegria.

A conclusão da pesquisa, todavia, ainda está por vir. Isso porque estes resultados geraram mais perguntas que respostas. Considerando que a confiança é fator base nas relações sociais (e assim para a sobrevivência evolutiva do ser humano), os estudiosos agora questionam por quê alguns indivíduos desenvolveram características faciais que não são confiáveis, quando isso é, claramente, uma desvantagem para a sobrevivência.

 

Autoria Desconhecida

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publicado às 13:43


EXPANSÃO MARÍTIMA PORTUGUESA

por John Soares, em 11.04.21

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Após a deflagração da Revolução de Avis, Portugal passou por um processo de mudanças onde a nacionalização dos impostos, leis e exércitos favoreceram a ascendência das atividades comerciais de sua burguesia mercantil. A prosperidade material alcançada por meio desse conjunto de medidas ofereceu condições para o investimento em novas empreitadas mercantis.
Nesse período, as principais rotas comerciais concentraram-se no comércio entre a Ásia (China, Pérsia, Japão e Índia) e os países mercantilistas europeus. Parte dessa troca de mercadorias foi mediada por muçulmanos que introduziram especiarias orientais na Europa por meio do Mediterrâneo. Comerciantes italianos monopolizaram produtos orientais para o continente africano por via terrestre
A burguesia portuguesa tentou se livrar dos altos preços cobrados por esses intermediários e buscou maiores lucros, tentando consolidar novas rotas marítimas que tivessem contato direto com os mercadores orientais. Sob os auspícios do Infante Dom Henrique, vários navegadores, cartógrafos, astronautas e marinheiros reuniram-se na zona de Sagres, que na altura se tornou um grande centro de tecnologia marítima.
Em 1415, a conquista de Ceuta deu início ao processo de consolidação das colônias portuguesas na costa da África e algumas ilhas do Oceano Atlântico. O primeiro momento das viagens marítimas portuguesas atingiu o seu apogeu, quando os navios portugueses passaram pelo Cabo das Tormentas (hoje Cabo da Boa Esperança), que até então era uma das fronteiras do mundo conhecido.
Em 1415, a conquista de Ceuta deu início ao processo de consolidação das colônias portuguesas na costa da África e algumas ilhas do Oceano Atlântico. O primeiro momento das viagens marítimas portuguesas atingiu o seu apogeu, quando os navios portugueses passaram pelo Cabo das Tormentas (hoje Cabo da Boa Esperança), que até então era uma das fronteiras do mundo conhecido.
Curiosamente, mesmo com a inovação tecnológica e os enormes benefícios comerciais do mundo moderno, os mitos antigos e medievais tornam a experiência no exterior um grande desafio. Marinheiros e navegadores da época preocupavam-se com a crueldade do oceano depois da tempestade. Vários relatórios mencionam as altas temperaturas e os animais selvagens que vivem nessas áreas marinhas.
Em 1497, o navegador Vasco da Gama (Vasco da Gama) fez a expedição final, a expedição pelo desvio do continente africano até as Ilhas Índias. Com esta descoberta, o projeto de expansão marítima de Portugal parece ter sido cumprido. No entanto, o início da expedição marítima espanhola estabeleceu uma competição entre Portugal e Espanha, que abriu caminho a uma série de acordos diplomáticos (a Internacional de Bratu e o Tratado de Todes Silas), que pré-estabeleceram Território explorado em conjunto pelos dois países. .
Em 1500, o navegador Pedro Álvares Cabral anunciou a descoberta das terras brasileiras, e o processo de expansão marítima de Portugal atingiu o seu apogeu. Mesmo alegando essa descoberta na época, alguns historiadores acreditam que a descoberta foi estabelecida antes. Muitos anos depois, com o surgimento do processo de expansão marítima de outros países europeus e o declínio das empresas comerciais do Leste Português, as terras brasileiras se tornaram o principal foco do mercantilismo português.

Por > Leonor Castro

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publicado às 16:34


Ciclo do Ouro

por John Soares, em 11.04.21

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O ciclo dourado é a época em que a extração e exportação de ouro eram as principais atividades econômicas durante o período colonial.
Tudo começou no final do século 17, quando as exportações de açúcar do Nordeste diminuíram devido à concorrência dos produtores de açúcar ingleses e holandeses do Caribe.
A extração do ouro provocou mudanças na ocupação do território. Há grandes multidões de Portugal e da costa nordeste para a área de mineração. A escravidão de índios e africanos também aumentou. Para garantir o controle da extração e transporte dos metais, o governo cobrou diversos impostos e transferiu a capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro
Finalmente, entre 1750 e 1770, Portugal sofreu dificuldades económicas devido à má gestão e catástrofes naturais. Além disso, também está sob pressão da Inglaterra, que tentou consolidar seu mercado consumidor e hegemonia global durante sua industrialização. Portanto, a descoberta de uma grande quantidade de ouro no Brasil tornou-se o motivo da esperança de prosperidade e estabilidade econômica dos portugueses.
No auge desse ciclo, no século 18, milhares de pessoas se dirigiram a essas áreas, e estima-se que a população tenha dobrado em um século. Ficar rico cria elites alfabetizadas. Os filhos de vários exploradores de ouro podem ser enviados para a Universidade de Coimbra, onde entrarão em contacto com as ideias do Iluminismo.
A economia também está mais ativa, pois no entorno das minas, o comércio agrícola se estrutura para alimentar as pessoas que ali trabalham e o surgimento de pequenos fabricantes. No entanto, eles serão proibidos em 1785. A mineração de ouro se tornou o local mais lucrativo da colônia. Portanto, a capital colonial de Salvador foi transferida para o Rio de Janeiro para garantir a fiscalização na área de mineração.
35 toneladas de metal foram extraídas oficialmente, mas acredita-se que mais devem ser guardadas porque uma parte foi detida. No final, o ciclo de ouro durou até o final do século 18, quando as minas foram esgotadas em meados da Revolução Industrial britânica.
Este é o maior momento para Portugal controlar o Brasil, pois o governo impôs altos impostos sobre o minério extraído. Eles foram fundidos e tributados nas Casas de Fundição, onde receberam um selo para comprovar o recolhimento do imposto. Porém, se houver desvios, uma vez descobertos, serão severamente punidos.
Quinto: 20% de toda a produção do ouro caberiam ao rei de Portugal;
Derrama: uma quota de aproximadamente 1.500 kg de ouro por ano que deveria ser atingida pela colônia, caso contrário, penhoravam-se os bens dos senhores de lavras;
Capitação: imposto pago pelo senhor de lavras por cada pessoa escravizada que trabalhava em seus lotes.
Sabemos que os portugueses impuseram altos impostos, taxas, punições e abusos de poder político às pessoas que viviam na área, o que desencadeou conflitos e acabou por conduzir a várias revoltas. Embora essa economia traga crescimento populacional, ela também cria pobreza e desigualdade, porque os lucros da mineração do minério não são reinvestidos nas atividades de produção.


Por > Leonor Castro

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publicado às 16:26


Breve história da Páscoa

por John Soares, em 11.04.21

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A Páscoa é uma das celebrações mais importantes da cultura ocidental, o que significa renovação e esperança.
No entanto, como muitos acreditam, esse tipo de comemoração não se origina do pensamento cristão, porque pode ser rastreada até a civilização antiga.
Naquela época, os antigos povos pagãos (celtas, fenícios, egípcios, etc.) celebravam a chegada da primavera e o fim do inverno. Neste caso, esta celebração simboliza a sobrevivência da humanidade.
Derivado do grego Paska, do latim, o termo Pascua tem uma origem religiosa e significa "alimento", ou seja, o fim do jejum da quaresma.
Por outro lado, em hebraico, a palavra "Pesach" significa "passar, pular ou pular" e se refere à libertação do povo judeu. Em inglês, Easter (Páscoa) significa Páscoa e está intimamente relacionada com a deusa da fertilidade de Ostrea, Ostra ou Ostara na mitologia nórdica e alemã. Acredita-se que daí surgiram coelhos e ovos coloridos por serem um símbolo da renovação da deusa.
Na liturgia cristã, a Páscoa representa a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. É considerada uma das datas comemorativas mais importantes que simbolizam uma nova vida, uma nova era e esperança. O Festival da Páscoa é realizado entre 22 de março (dia do equinócio da primavera) e 25 de abril. A semana antes do Domingo de Páscoa é chamada de "Semana Santa"
A Semana Santa consiste no Domingo de Ramos, Segunda-feira Santa, Terça-feira Santa, Quarta-feira Santa, Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa ou Sexta-feira Santa, Sábado Santo ou Sábado de Aleluia e Domingo de Páscoa.
A Quaresma representa os 40 dias antes da Páscoa, o que equivale ao remorso de pena dos cristãos. É comum que as pessoas façam promessas durante esse período.
Na cultura judaica, a Páscoa é celebrada a cada 8 dias, simbolizando o momento de libertação mais importante para os judeus (por volta de 1250 aC). Depois de narrar as dez pragas do Egito que ocorreram durante o reinado do Faraó Ramses II no Êxodo, ele mencionou a fuga de Israel.
Antes da festa cristã, assim como o cristianismo, este dia importante simbolizava a salvação do povo judeu e, portanto, simbolizava o surgimento de esperança e uma nova vida. Um dos símbolos mais importantes dos feriados judaicos é o "Matzá" (pão sem fermento), que representa a fé.
Esse elemento está relacionado com a história de fuga dos hebreus do Egito, os quais não tiverem tempo de colocar o fermento no pão.
Por isso, nas comemorações e festejos, chamada de “Festa dos Pães Ázimos” (Chag haMatzot), é proibido comer pães com fermento.
 
Por > Leonor Castro

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publicado às 16:16


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